quarta-feira, 21 de abril de 2010
O passar do tempo...
domingo, 31 de janeiro de 2010
Mundo Nocturno
Sentada no chão do meu quarto relembro a noite passada:
Devia dormir como em todas as noites… (se o fiz não sei).
Senti-me acordada! mas acordada não seria possível falar contigo… por isso devo ter dormido.
E se dormi tudo foi um sonho.
Mas se tudo fosse (apenas) um sonho não podia ser tão real…
Eu toquei-te! Eu sei que toquei! Eu abracei-te novamente, senti a tua minha mão na minha face
Não pode ter sido só um sonho…
(Passei o dia a pensar nisto!)
Que Mundo é esse onde me tocas e falas comigo? Onde eu caminho e tu estás a meu lado? Onde às minhas pegadas se juntam as tuas?
Eu ouvi a tua voz, eu senti a tua mão agarrar a minha, e foi tudo real!
(E prestei atenção a cada palavra tua, como se me protegesses como sempre o fizeste.
Na tua protecção encontrei meu abrigo durante anos, hoje já não me podes mais proteger, hoje de nada vale gritar o teu nome… Apenas as memórias de teus ensinamentos me guiam e iluminam meu caminho, e eu sinto que este é o caminho certo…)
Não pode ser… Um Mundo a que tu e eu pertençamos ao mesmo tempo não existe…
Mas foi real não foi? Eu estive contigo! (Eu sei que sim…)
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Pensamentos sorridentes
A chuva que bate na janela é como música de uma qualquer orquestra internacional… Começou leve escondendo a sua presença e torna-se agora forte mostrando tudo o que tem.
O ritmo que a chuva impôs à minha mente levou-me ao meu lugar de reflexão, a luz que não acendi apenas me ajudou a deixar-me levar…
Sinto-me bem, fecho os olhos e sorriu! (Há tão pouco eram lágrimas que caiam…)
Como é bom pensar em ti… Tu que eu neguei tanto tempo para docemente me entregar quando te tive certo. É bom saber que desta vez não errei… Que não foram inúteis os sentimentos e que as mágoas nos tornaram mais fortes. Que prazer me dá ter a certeza de te ter amanhã como nunca na minha vida tive certeza de nada. E tão doce, tão doce, meu amor, é o sorriso que me pões na alma, muito mais que nos lábios, e que me aquece e acalma com todo o seu fulgor… Como é bom adormecer contigo no pensamento e ainda sentindo o teu cheiro percorrer meu corpo como se adormecesse contigo junto a mim.
Como é bom pensar em ti… Depois de tanta felicidade pensei não sobrar nada, pensei que de nada teria valido as horas gastas e que tudo era vão. Afinal (eu sabia que não tinha sido vão) tudo valeu a pena, mesmo que a felicidade não seja a mesma e o sorriso não seja o teu, mesmo que a mão que me ampara não seja a tua e o meu último pensamento (já) não seja para ti, sei que tudo valeu a pena, porque eu sorrio se te recordo e nada mais me magoa do que deixamos escapar. É
bom saber o quanto amei e amo ainda, talvez... É salutar a tua presença e não magoa, bem pelo contrário… Sabe-me bem!
Como é bom pensar em ti… Mesmo depois de ter prometido não mais pensar e jurado seres apenas parte da felicidade passada! Mesmo depois de ter fechado a porta onde te encontrava e ter deixado o vento levar tudo o que me trazia a tua presença! Já chorei tudo o que tinha a chorar por ti. Já me privei de tudo. Já me culpei de tudo. E já me perdoei também… E já cresci! Cresci como (agora) sei que querias que crescesse, como me deste todas as peças para que me construísse e como me tornei quem querias que fosse, quem queres que seja. Hoje só recordo os bons momentos, até porque o único mau momento que te tive foi no dia em que me (nos) deixaste e mesmo nesse recordo o teu olhar e o último bater do teu coração e até nesse consegues arrancar-me um sorriso.
Como é bom poder sorrir quando penso :D
domingo, 10 de janeiro de 2010
De novo o teu sorriso!
E enquanto todo este nada me consome surge-me um sorriso no pensamento, como se os meus olhos se tivessem aberto e eu visse algo mais que o paraíso.
O teu sorriso preenche-me todo esse vazio, todo esse nada que se apodera de mim quando eu menos espero.
E nesses momentos eu tenho a certeza que fazes parte de mim, que me fazes bem, que me preenches… e nesses momentos eu procuro abraçar-te com força e dizer-te o que sinto dentro de mim no teu ouvido… se o teu corpo estiver demasiado longe do meu eu aperto-me no coração e guardo-o, o nosso amor cresce e cada vez mais sinto que te terei a meu lado pelo resto das nossas vidas!
Obrigado torna-se repetitivo, mas nunca suficiente para te agradecer cada sorriso que não existiria se não fosses tu!
Amo-te resume aquilo que sentimos :D
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Natal!
Será que alguém me compreende quando eu digo: Eu gosto do Natal, mas odeio o Natal?
Este sentimento completamente contrário há anos que me invade e me leva às lágrimas na noite de consoada... Os preparativos para o Natal faço-os com todo o carinho, todos os anos renovo esse amor e até esperança. Escolho presentes que sejam mais significativos do que caros, embrulho-os num papel bonito com laços coloridos com todo o primor e coloco-os junto à árvore. Árvore essa que montei, sozinha como em todos os anos, e que enfeitei até me parecer realmente bonita. Árvore que alindo com todo o carinho que poderia deixar numa árvore… E todos os anos a esperança renasce, de que este vai ser um bom Natal, que vai haver sorrisos e palavras doces quando o relógio ditar a meia-noite…
O inicio desse dia, que devia ser de festa, habituei-me a deixar cair as lágrimas, já não as consigo evitar… A esperança que renasceu mais uma vez em vão, ganha toda a força do Mundo para me fazer chorar, e eu já nem lhe nego isso como não lhe consegui negar o renascer.
Queria que este ano fosse diferente… Mas à meia-noite percebi que tudo seria igual aos outros anos, pior talvez… Ninguém abriu as prendas que eu comprei com tanto carinho, se era Natal não dei por ele passar… Se não fosse o jantar na sala não havia nada que me lembrasse que hoje é dia de Natal…
Odeio o Natal! Apesar de gostar tanto do Natal…
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Meu anjo
A explicação de me fazeres sorrir é simples: foste o anjo que me veio salvar, que me veio proteger, que me veio acalmar.
Os teus olhos são a minha paz, o teu sorriso a minha felicidade!
A cada dia que passa o sinto mais.: vies-te orientar-me, dar-me um rumo. Trouxeste-me de novo para o trilho certo :D
Nunca terei palavras suficientes para te agradecer, para te mostrar o quanto me sinto abençoada pelo teu amor!
Obrigada meu principe @
MEU TUDO! :D
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Apenas um Sorriso!
O dia, vi-o nascer, chorando (tal como eu) foi abrindo os olhos, trazendo aos poucos o brilho do sol. Aos poucos também eu me ergui… já o brilho, era apenas do sol.
Não começou alegre esse dia, era apenas mais um dia.
Bati a porta com tanta força que jurei ter-se partido atrás de mim, não eram já só as lágrima…
Corri na direcção do vento, se me perguntam qual foi não sei responder. Senti-me finalmente livre, ecoando apenas o barulho da porta que se fechou lá no fundo.
Corri para ti, corri para o teu Sorriso!
Apenas um Sorriso, e ficou tudo bem!
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Bye ;)
Tentei esquecer-te com todas as minhas forças, achei que esquecer-te seria impossível… Afinal tu própria te tornas-te insignificante, com as tuas bocas estúpidas e de quem está realmente afectada com aquilo que eu penso… Quiseste sair da minha vida, eu teime que tinhas que ficar… afinal a única coisa que precisa ficar são os bons momentos que vivemos, tu podes ir embora ;) faz uma boa viagem, as portas fecharam-se mesmo que queiras voltar!
sexta-feira, 17 de julho de 2009
My little star
Quantas vezes me confundiste, meu bem, com uma estrela brilhante que iria sempre olhar por ti.
Quantas vezes, meu bem, disse-mos em vão “para sempre”.
Quantas vezes, meu bem, me enganei a mim própria acreditando nisso…
Oh! quantas vezes em vão acreditei em tanta coisa.
Pensei que choraria quando dissesse adeus. Contudo nem esforçando conseguiria semear lágrimas… Os meus olhos mantêm-se secos, porém na minha boca o sorriso também desfalece.
As coisas mudaram, já não sou eu que queres ver brilhar, já tão pouco me importo se brilho ou não para ti.
Hoje penso-me na tua vida como ela na minha, contudo tens sorte de eu não ter a força que ela tem. Agora percebo-a… por muito que te tenha amado (tal como ela me amou, eu sei) as coisas mudaram e já não há espaço para voltar atrás. Por outro lado não creio em ti a força que em mim vejo, e sinto que em breve deixarás de lutar.
No futuro ver-te-ei sorrir sem mim, ver-me-ás sorrir sem ti, vê-la-ei sorrir sem mim também. No futuro farás apenas parte do passado…
E de repente, quando já começa a custar dizer adeus… toca o telefone, tens pontaria hein?! ;)
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Gosto...

Gosto que saibas que ainda te amo, mesmo que não te importes com isso.
E gosto que saibas que te amarei sempre, e que ainda sorrio por pensar que um dia me amaste também!
sábado, 9 de maio de 2009
Mais um sonho!
O sonho vai passando e eu começo a acreditar que não vai ser como os outros e eu vou acordar a sorrir… Acredito com todas as forças e quando estas atingem o auge tu somes, desapareces, evaporas…
Aparece ela!
Eu grito por ti, procuro-te com todas as forças que me restam enquanto ela fica sentada à espera que eu me canse de te procurar… Grito o teu nome vezes sem conta, até perder a voz, mas tu não vens, não há mínimo sinal de ti… Ela continua sentada à minha espera e eu começo a não ter forças… Já não te consigo ver e no meu pensamento a tua imagem começa a desvanecer…
As forças somem-se, desaparecem, evaporam… O ar começa a faltar, o coração não quer continuar a bater, o meu corpo começa a rejeitar a existência do ser…
Ela dá-me a mão e pergunta se pode ficar a meu lado… Eu não tenho sequer forças para lhe responder…
E é ao longe que te vejo dizeres adeus, dizeres que fraquejei… ainda tento gritar por ti, mas não tenho forças e a voz parece não sair, todas as forças que tinha já não as tenho mais.
Ela continua com a mão agarrada à minha, mesmo sabendo que não tenho forças!
O sonho acaba assim… eu fico a olhar-te eternamente, vendo-te ir embora vezes sem conta, sem forças para gritar ou correr até ti… e acreditando que se tivesse essa força necessária para te alcançar tu voltarias a sumir, desaparecer, evaporar…
Não tenho força sequer para acordar…
O ar parece escapar-me, o coração já não o sinto mais no peito, a existência é inútil…
Mas tu precisas de mim, não é amor?
É por isso que estou aqui…
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Mais uma noite...
Mais uma noite em que adormeci contigo no pensamento. Mais uma daquelas noites em que quero que o coração deixe de bater e tu saias do meu pensamento. Mais uma noite em que todos os meus desejos são inúteis, especialmente o desejo de te voltar a ter a meu lado.Foi mais uma noite em que às três da manhã me levantei com vontade de ir à tua janela gritar que ainda “ti amo”, mas não o fiz porque já sei que é inútil. Então foi mais uma noite em que às três da manhã me levantei para ver fotos nossas, para ler textos teus, para chorar com saudades tuas, para sorrir porque um dia fomos felizes.
Foi mais uma noite em que tentei perceber quando é que passou o tal “dia 32 do mês 14, do ano que ainda está em fase de construção” e eu não dei por ele…
Mais uma noite em que adormeci exausta de tanto te amar.
Afinal foi apenas mais uma noite, como tantas outras, em que adormeci a amar-te…
segunda-feira, 23 de março de 2009
The perfect song
Imagino-me eu sem ele e sem vida. É o som mais precioso que tenho. O único que me da prazer ouvir.
Lembro-me de passar horas a ouvi-lo, deitada no chão do meu quarto imaginando as estrelas do céu.
Estrelas essas que nunca vi mas que sempre fizeram parte desse meu som. Estrelas que na minha imaginação têm um lugar fixo e eu sei de cor onde ficam e quanto brilham.
Nunca realmente compreenderam este meu fascínio por este som, nem eu sei se me compreendo. Escuto-o e isso acalma-me!
Calma essa que já nem as estrelas me trazem, porque não são as mesmas que acompanham o meu som. Som que escasseia tal e qual a calma que ele me traz.
Iludo-me com ele pois só ele me traz sensação de paz, paz essa que sei ser efémera pois ao mínimo som o meu som se vai…
O tal som que se resume na sua ausência: o silêncio.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Sentidos
Nunca imaginei tarefa tão difícil…
Os olhos estavam (e estão) fechados e todos os outros sentidos ganham uma importância extrema. Sempre pensei que fossem igualmente importantes, mas já me apercebi o quão ingénua fui… A visão é dos mais importantes sentidos que me concederam! Talvez mesmo o mais importante (sem menosprezar os outros…).
Deixei (por momentos) de ver para ter que ouvir, cheirar, sentir… Sentidos tão depreciados e neste momento tão importantes:
Oiço-lhe voz em vez de lhe contemplar a beleza, e que diferença isso faz, e que bela é a sua voz… e eu que nunca tinha realmente reparado nela. Soa-me como jamais havia soado, sinto que me é familiar e aconchegante. (como pude nunca ouvir isso?)
Sinto a textura das folhas nas pontas dos meus dedos, em vez de ver uma simples folha como em todos os outros dias. Sinto-lhe a mão em vez de olhar para o gesto que busca a minha mão também. (e sabe tão melhor a surpresa do calor da sua mão…)
O cheiro que paira no ar é diferente, ou eu simplesmente nunca tinha dado pela sua presença… (sustenta calma e até sinto a maresia)
E tudo isto porque tenho os olhos fechados e os outros sentidos estão exaltados, tudo isto porque uma conjuntivite deliberou dar-me dores de cabeça e (por momentos) obrigar-me a fechar os olhos.
Seria tão mais suportável a dor se eu não visse aquilo que não quero ver? É assim tão verdade que o coração não sente aquilo que não vê?
Seja como for… vou manter-me de olhos fechados, pelo menos até a conjuntivite passar ;)
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Dois dias...
Deste-me dois dias mais e eu agarrei-me a eles com muita força, mais força do que pensava ter. Disseste que teríamos mais dois dias e eu precisava de cada segundo deles…Não te disse adeus porque tínhamos mais dois dias e adormeci a chorar por me tirarem esses dois dias… Não podes fazer assim tanta falta que não suporte a dor da tua ausência por quatro dias, mas tinhas-me dado dois dias mais e agora já não os tenho… Se calhar nem custaria tanto se não me tivesses dado esses dois dias para depois mos tirares sem dó nem piedade… Eu já os tinha como meus, ansiei por cada segundo que não veio… E agora estou aqui, sozinha quando deveria estar a desfrutar dos meus dois dias, sentada na minha cama quando deveria estar aconchegada no teu colo, perdida na noite porque já não me encontro sem ti…
Porque te amo com todas as forças que me restam?
Não preciso de nada mais, preciso da tua mão junto à minha mas não a tenho, a tua voz no meu ouvido pois já nada mais me acalma… A tua ausência corrói-me por dentro e só a certeza da tua presença me mantém presa a uma existência que renego a cada renascer… És às vezes a única que me prende e me fez acordar em cada alvorecer, mana…